Links

MySpace
Youtube
Twitter
Facebook
Comunidade no Orkut
Fotos no Picasa

início  |  letras  |  mídia  |  contato/contratante  |  oficina de percussão
Mídia

UOL Música Online |

Bangalafumenga “Barraco Dourado”
18 de Fevereiro de 2009


O Globo |

Blocos que dão show

Banga_OGlobo_20090213_RShow[1]
Banga_OGlobo_20090213_RShow1a[1]
Banga_OGlobo_20090213_RShow1b[1]
Banga_OGlobo_20090213_RShow1c[1]
Banga_OGlobo_20090213_RShow1d[1]
13 de Fevereiro de 2009


O Popular Online |

Bloco sambalanço do zé ninguém
Nascido de bloco de carnaval, o Bangalafumenga lança novo CD destacando o samba de cadência pop

por Edson Wander

Igual ao mais conhecido Monobloco, o Bangalafumenga é um grupo que surgiu de um bloco carnavalesco no Rio de Janeiro. Alguns dos integrantes dos grupos são os mesmos.

Onze anos depois das primeiras batucadas (eminentemente carnavalescas), o grupo lança seu novo álbum Barraco Dourado, em que aposta de novo no samba-funk como linguagem para veicular uma música autoral num subgênero já marcado por nomes do peso como Jorge Ben Jor.

O Bangalafumenga (João Ninguém no dicionário e casa de batuque no dizer do Rio Antigo) começou por iniciativa do poeta Chacal e dos músicos Rodrigo Maranhão e Celso Alvim. Começou como um espaço de samba puro e improviso de contorno pop na Gávea.

Virou bloco carnavalesco no mesmo ano, já na efervescência do resgate do carnaval de rua que a cidade experimentava. Virou também rodas de samba, bailes e ganhou espaço fixo em Botafogo, onde já rolam oficinas de percussão que agregam cerca de cem alunos.

Por trás dessa movimentação, o desejo de fazer música com um sabor antigo, mas com elementos novos e, principalmente, autorais. O grupo hoje conta com 15 integrantes fixos, mas na costura principal dessa escrita própria está Rodrigo Maranhão, cantor, compositor e instrumentista. Ele ganhou um pouco de luzes quando foi destacado como revelação do Prêmio Tim do ano passado.

Antes disso já ganhara um Grammy de melhor canção brasileira por Caminho das Águas (música que entrou no segundo disco da filha de Elis Regina, Maria Rita). Mas ele já vinha se destacando entre seus pares, sendo gravado por Verônica Sabino, Fernanda Abreu, Zélia Duncan, Maria Rita, Roberta Sá e outros.

Depois das primeiras experimentações, o grupo lançou seu primeiro disco, homônimo, em 2001. O CD já trazia as mesclas de bateria de escola de samba misturadas a instrumentos da música pop a serviço de samba-funk e nordestinidades como ciranda e maracatu.

Parte das músicas do primeiro disco, lançado de forma independente e de restrita circulação, ganhou novas chances num EP lançado três anos depois. Melhor produzido, o EP Vira-lata saiu pelo selo do festival Humaitá Pra Peixe com distribuição da EMI. Era um ensaio para a grande indústria ver se o grupo pegava.

Deu em nada. O som do Banga é vira-lata demais para o padrão pedigree que a indústria queria. Devolvido à sua articulação de rua, o grupo continuou experimentando até chegar nesse terceiro lançamento, ancorado agora no selo MP,B (mesmo de Roberta Sá, Pedro Luis e a Parede, entre outros).

Comparado a Vira-lata, esse Barraco Dourado mantém a qualidade das composições e arranjos (de ótima metaleira) do grupo e acrescenta algumas boas novidades. O CD é enxuto mas integrado (10 faixas), apesar da variação e dinâmica de temas e referências. A maioria (e melhores) faixas foram feitas por Rodrigo Maranhão, que figura também como vocalista principal.

Até as únicas duas releituras chamam a atenção. Refizeram Lourinha Bombril (famosa com os Paralamas do Sucesso) e uma excelente versão de Trilhos Urbanos (Caetano Veloso) em levada de jongo.
11 de Fevereiro de 2009


Estado de Minas |

O Bangalafumenga levou para o estúdio o clima descontraído dos blocos cariocas
por Kiko Ferreira

Os blocos de rua do Rio de Janeiro oferecem ao fã de carnaval uma opção saudável e animada de trilha sonora, diferente dos vocais com vogais em profusão do axé e dos sambas de enredo, cada vez mais marcha, mais negócio, mais fórmula. Como fossem versões modernas da saudosa Banda do Canecão, que, na década de 1970, gravava discos transformando os hits do ano em temas de folia, eles mesclam temas próprios e composições alheias em trilha para desfiles e concentrações de foliões de todas as horas.

Fundado em 1998 pelo poeta e letrista Chacal e pelos músicos Rodrigo Maranhão e Celso Alvim, o Bangalafumenga é quase um primo, um irmão, de Pedro Luís e a Parede(PLAP). Inclusive, um dos grandes sucessos do PLAP, Rap do real, estava no disco de estréia do bloco, gravado ao vivo em 2001. Em 2004, veio o primeiro disco de estúdio, o EP pau-de-sebo Vira-lata, com quatro artistas do selo Cardume, do festival Humaitá Pra Peixe.

Hoje, com sede em Botafogo, no espaço da oficina de percussão, com mais de uma centena de alunos, o Banga, como é carinhosamente chamado na vizinhança, acaba de lançar o CD Barraco dourado, pela gravadora MP,B. No disco, a porção Banda do Canecão está na versão de Trilhos urbanos, de Caetano Veloso, gravada com levada de jongo, e na releitura do hit dos Paralamas Lourinha Bombril. Entre os destaques, o maracatu funk que dá título ao CD e a viajante Brother, de Serjão Loroza. E os bons vocais de Rodrigo Maranhão, que soa menos estranho e metálico do que o do concorrente amigo Pedro Luis.
04 de Fevereiro de 2009


Correio Braziliense |

Bangalafumenga – Barraco Dourado (Universal)

O DISCO
Paralelo ao trabalho solo (lançou em 2007 seu primeiro disco, Bordado), o cantor e compositor Rodrigo Maranhão lidera o Bangalafumenga, grupo carioca que nasceu como bloco carnavalesco em 1998, estendeu as atividades além de Momo e virou projeto, com sede própria no Rio, onde são oferecidas oficinas de percussão. Este é o terceiro disco do grupo, que continua participando da folia de rua do Rio de Janeiro.

A CRÍTICA
Difícil definir a música do Bangalafumenga. Liquidificando a diversidade rítmica brasileira, tanto leva um ponto afro na palma da mão (Mãe dágua, de Maranhão) quanto faz pulsante mistura de guitarras e percussão em maracatu (Quebra-quilos, de Pedro Luís). O resultado é vibrante, dançante e único, mesmo quando recorrem a músicas conhecidas como Lourinha bombril (Herbert Vianna) e Trilhos urbanos (Caetano Veloso), transformadas por vigorosos arranjos. (Rosualdo Rodrigues)
29 de Janeiro de 2009


O Estado Online |

Bangalafumenga brilha no ‘Barraco Dourado’
27 de Janeiro de 2009


Mundo Oi |

Bangalafumenga: CD novo pro Carnaval
23 de Janeiro de 2009


ISTOÉ Gente |

Bangalafumenga
23 de Janeiro de 2009


Folha de São Paulo |

BANGALAFUMENGA – Barraco Dourado

Gravadora: MP,B/ Universal;
Quanto: R$ 28;
Avaliação: ótimo

A Bangalafumenga é uma versão enxuta do bloco carnavalesco homônimo -mais ou menos a mesma relação que Pedro Luís e a Parede têm com o Monobloco. A banda é encabeçada por Rodrigo Maranhão, autor de “Caminho das Águas”, música que abria o segundo álbum de Maria Rita. Neste seu terceiro CD, a quebradeira rítmica experimentada principalmente no repertório autoral é o assunto que mais interessa e intercala ponto de macumba, samba à Martinho da Vila, maracatu funkeado, jongo. Mas não há como ficar insensível diante da releitura africanizada que a banda faz para “Trilhos Urbanos”, em levada quase religiosa, que transcende até a gravação original de Caetano Veloso.

POR QUE OUVIR: Maranhão, o homem por trás de 50% das faixas do disco, é certamente um dos melhores compositores da nova geração do samba carioca. (MARCUS PRETO)
22 de Janeiro de 2009


O Globo / Discolândia |

IF_OGlobo_20090120_Discolandia1[1]
21 de Janeiro de 2009


Para ver mais posts, clique aqui